Coração normal x Coração fibrilado

A fibrilação atrial é um tipo de arritmia cardíaca caracterizada pelo ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração.

A doença, de alta incidência na população mundial, acomete mais de 175 milhões de pessoas em todo mundo, sobretudo idosos.

Em seu estado normal (Ritmo Sinusal), o coração contrai ritmicamente, em consequência dos disparos elétricos de forma regular. Quando não há essa regularidade, ocorre uma perturbação do ritmo cardíaco, conhecida como arritmia. Se for rápida e totalmente irregular, pode estar relacionada à Fibrilação Atrial, cuja principal consequência é o aumento para o risco de um Acidente Vascular Cerebral (AVC/ Derrame).

Quem determinará o tratamento da fibrilação atrial, considerando o caso de cada paciente, será um especialista em arritmia cardíaca.

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Fonte: https://www.facebook.com/sobrac/?fref=nf

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Para descontrair

Para suportar a fibrilação atrial só com muito humor mesmo. O pessoal se presta, mas é bem assim, outro vídeo muito bom sobre o assunto.

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Espasmos hipnagógicos e fibrilação atrial

Espasmos hipna o quê??? E isso o que tem a ver com a fibrilação atrial? Não sei se existe alguma relação, mas vou relatar aqui o que me acontece muito seguidamente. Primeiro vamos ver o que é o espasmo hipnagógico.

Sabe quando você está pegando no sono e de repente sente o corpo dar um pulo ou sente que estivesse caindo? Esse pulo ou susto é chamado de espasmo hipnagógico em referência ao estado de mesmo nome — que é o período de transição entre a vigília e o sono — e produz um movimento muscular involuntário.

Segundo o Live Science, os espasmos musculares podem ocorrer espontaneamente ou podem ser induzidos por som, luz ou outros estímulos externos. Algumas pessoas relatam espasmos hipnagógicos acompanhados de alucinações, sonhos, sensação de queda, luzes brilhantes ou barulhos vindos de dentro da cabeça.

Esses espasmos do início do sono são bastante comuns, sendo que algumas pesquisas sugerem que 60 a 70% das pessoas os têm. Muita gente pode ser acometida pelos espasmos noturnos, mesmo sem saber, pois muitas vezes as contrações são facilmente esquecidas, especialmente se elas não acordam a pessoa.

Por que ocorre?

Alguns cientistas acreditam que certos fatores, como o stress, a ansiedade, a fadiga, a cafeína e a privação de sono, possam aumentar a frequência ou a gravidade dos espasmos hipnagógicos, mas ainda faltam pesquisas mais conclusivas sobre o assunto. Apesar de não ter um motivo principal pelo qual o fenômeno ocorre, os pesquisadores têm algumas teorias.

Uma hipótese diz que os espasmos são uma parte natural da transição do corpo da fase de alerta para a do adormecer, ocorrendo quando os nervos têm uma “falha de ignição” durante o processo.

Outra ideia popular tem uma abordagem mais evolutiva para os espasmos hipnagógicos, explicando que eles são um antigo reflexo primata para o relaxamento dos músculos durante o início do sono.

Alguns acreditam que a alma está se desprendendo do corpo para uma viagem durante o sono e volta muito rapidamente quando acordamos. Tem um texto muito interessante nessa página.

Dessa forma, o cérebro interpretaria essencialmente o relaxamento como um sinal de que o primata dormindo está caindo de uma árvore, fazendo com que os músculos reajam rapidamente. Até que faz sentido. E você, tem sempre esses espasmos quando está caindo no sono?

E a fibrilação atrial onde entra nessa história??

No meu caso tenho seguido esses espasmos e nem sabia que tinha um nome para isso. À noite, quando sobra um tempinho, eu gosto de assistir televisão. Normalmente já é bem tarde da noite (quando a TV está liberada… quem tem filhos pequenos vai entender) e me deito no sofá.

O que acontece é que muitas vezes eu dou aquela “dormidinha” e daí surgem os tais espamos. Não é sempre que acontece, mas quando ocorre, o coração fica disparado devido ao tal susto. Normalmente parece que estou caindo em buraco profundo e demora um tempo para passar esse efeito, e  então a queda parece bem grande. Esse disparo do coração, no meu caso, quase sempre leva a mais um episódio de fibrilação atrial. Algumas poucas vezes ele passa rápido, mas na maioria tenho que ir dormir sabendo que já estou fibrilado. É um pesadelo às avesas.

Agora é a vez de vocês contarem as suas experiências.

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Meu risco de ter um AVC

Olá pessoal, à medida que vamos ficando mais velhos a tendência é que doenças surjam na nossa trajetória. Umas mais simples, umas mais complicadas. Acredito que a maioria das pessoas que chegaram a essa página sofrem de fibrilação atrial. Pois bem, agora que cheguei aos “enta” um novo-velho problema aparece. Para quem não sabe existe uma “nota” que é calculada para determinar o risco de uma pessoa ter um AVC. Essa nota é baseada em diversos fatores, como diabetes, hipertensão, idade e etc. Como cheguei nos 40 a minha nota aumentou, o que nesse caso é ruim. Quanto menor a nota nesse caso melhor.

Segue minha nota abaixo. Para quem quiser calcular o seu risco, siga o link abaixo.

riskavc

Fontes:

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Mexam-se pessoal! O horário de verão está aí.

Olá pessoal, consultem seu cardiologista e verifiquem a possibilidade de fazer exercícios físicos, ao menos uma caminhada um pouco mais longa por exemplo. Por ter fibrilação atrial não significa abandonar as atividades físicas. Claro, cada caso é um caso, por isso a avaliação de um especialista é essencial.

No meu caso eu continuo a caminhar e correr, mas muitas vezes é beeem díficil de praticar atividade física fibrilado pois o cansaço e esgotamento chega bem mais rápido.

Os smartphones são grandes aliados para quem quer fazer um acompanhamento das suas atividades. Eu adquiri um a pouco tempo e uso de vez em quando para medir o tempo e a distância das minhas caminhadas e corridas. Como na maior parte das vezes eu faço o mesmo percurso, eu acabo não fazendo todos os registros, até por que para mim fica incômodo carregar o celular, além do risco de ser assaltado… fazer o quê é a triste realidade do nosso país.

Abaixo segue uma caminhada que fiz usando o RunKeeper:

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Uma grande parte do Brasil agora está com o horário de verão, que segue até Fevereiro. Os dias ficam mais compridos, então mexam-se, vão para rua, para os parques, caminhem, corram, respirem ar puro. Academia só se estiver chovendo.

Até o próximo post!

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MitraClip – Procedimento menos invasivo ao coração

Olá pessoal, achei essa reportagem abaixo interessante. Não está diretamente relacionado a arritmias, mas é sempre bom vermos o quanto a medicina avança diariamente.

A técnica MitraClip é usada no tratamento de insuficiência mitral.

O MitraClip é um catéter flexível em cuja ponta encontra-se uma espécie de prendedor de roupa em miniatura. Os médicos fazem um pequeno corte na veia femoral – aquela que atravessa a coxa – e introduzem ali um dispositivo de estrutura milimétrica, mas longo o suficiente para alcançar o coração (1m20cm de comprimento). Ao chegar à válvula mitral esfacelada do paciente, o clipe a grampeia, fazendo com que melhorasse a dinâmica do funcionamento do órgão, antes comprometido pelo fluxo anormal de sangue – em vez de ser bombeado para o organismo, como seria o habitual, o líquido volta para o pulmão, causando complicações. Todo o percurso do catéter é controlado por imagens de ultrassom.

Aprovada pela Anvisa, a tecnologia já ultrapassou o caráter experimental. O problema, agora, é o valor do procedimento, cerca de R$ 200 mil. Como é um método novo, os planos de saúde ainda não o cobrem.

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Reportagem completa pode ser lida aqui.

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Aprenda os sinais do AVC

Todos nós que sofremos com a fibrilação sabemos que temos 5 vezes mais chance de ter um AVC do que  pessoas que não tem o problema. Então, é fundamental que saibamos reconhecer quando uma pessoa está tendo um início de AVC. Repassem a informação para seus familiares e pessoas que convivem com você. É muito importante!

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Programa de descontos de medicamentos

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Olá pessoal, achei interessante um comentário aqui no blog sobre descontos de medicamentos e resolvi fazer um post para que as pessoas que não acompanham os comentários possam achar essa informação mais facilmente.

Para aqueles que tomam o Ritmonorm, basta fazer um cadastro no laboratório ABBOTT em https://abraceavida.com.br/cadastro. Após o cadastro basta ir nas drograrias com o seu CPF e informar que tem cadastro no respectivo laboratório. Os descontos podem chegar a 40%.

O Bayer tem desconto para o Xarelto. Faça seu cadastro em https://www.bayerparavoce.com.br/programa/como-funciona.aspx

Da Ache fica no link http://www.ache.com.br/Production/ProductType.aspx?ProductTypeId=4&id=produto

Coloquei apenas esses laboratórios, procure ver se o laboratório do seu medicamento oferece um programa de descontos.

Fonte: http://www.plugbr.net/como-cadastrar-nos-programas-cartao-desconto-dos-laboratorios-e-comprar-medicamentos-mais-barato/

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Um outro dia normal

DSC00213Para quem leu o post anterior pode achar estranho o título deste aqui. Mas é isso mesmo, um outro dia normal, pois já considero normal eu estar fibrilado. Na manhã seguinte fui medir a pressão pois sabia que estava fibrilado (vejam no aparelho, o símbolo do coração tremendo). Fiz esses dois registros para publicar aqui no blog. Vejam, que apesar de estar fibrilado minha pressão estava boa (120/74) e o ritmo cardíaco, que, apesar de alterado pela fibrilação atrial, estava baixo em 75 batimentos por minuto.

Passar a noite fibrilado e acordar do mesmo jeito é terrível. Logo depois que fiz a medição e tomei um bom café, a fibrilação reverteu e daí passei o dia normal.

Ontem fui correr fibrilado. É uma aventura! Por mais condicionamento físico que se tenha a fibrilação reduz em uns 20-30% o desempenho para exercícios aeróbicos. As dores nas pernas logo surgem e fico cansado super rápido, mas mesmo assim sigo em frente.

Ao retornar da corrida e depois de um bom banho a arritmia reverteu. Da próxima vez que isso acontecer pretendo fazer o registro aqui no blog da pressão antes e depois do exercício.

Até mais!

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Um dia normal

DSC00214Quem tem problema de pressão deve sempre medi-lá regularmente. Eu geralmente faço a medição pela manhã, logo que acordo pois geralmente é o momento em que eu estou mais atacado da minha arritmia. Não faço isso todos os dias, mas pelo menos uma vez por semana. Vejam que nesse dia eu estava muito bem, pressão controlada (112/74) e ritmo cardíaco normal (56 batidas por minuto) e sem arritmia! Esse aparelho é muito bom, ele tem uma função que detecta arritmias, no meu caso nem precisava pois eu sempre sei quando estou fibrilado…

Logo após medir a pressão vou tomar minha coleção de remédios: puran, roxflan e losartana potássica. À noite tomo o ancoron e uma aspirina infantil.

Sugiro a todas as pessoas medirem a pressão regularmente, mesmo aqueles que não tem problema nenhum. Eu estava com pressão alta a bastante tempo e não sabia.

Sempre que ia ao médico minha pressão estava ligeiramente alta, mas daí eles diziam que era porque eu estava nervoso na preseça deles. Até que um dia a minha endocrinologista solicitou um MAPA e daí foi diagnosticado minha pressão alta (80% das medidas durante o dia foram altas).

Ou seja, estava correndo um risco desnecessário, pois a pressão alta junto com a fibrilação atrial pode ser fatal.

Até mais!

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