Novo ano, tudo velho

Primeiro post do ano! Estou sem muito tempo para manter o blog. Tenho um monte de material separado para publicar, assim que possível vou atualizar, fiquem atentos.

O ano é novo, mas o problema é velho. Continuo fibrilando todos os dias praticamente. Ainda estou com receio de fazer ablação, mas parece realmente ser a única alternativa para tentar curar o problema. “Curar” é complicado, pois pelo visto com o passar do tempo a fibrilação pode voltar.

Ano passado fui diagnosticado com pressão alta, então por esse motivo estou tomando novos medicamentos (losartana potássica + roxflan). Agora minha pressão está controlada, normalmente em 120/80, antes estava quase sempre por volta dos 140/90. Ah sim, e estou tomando aspirina infantil também…

Até mais!

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6 opiniões sobre “Novo ano, tudo velho

  1. Wander Bessa

    Obrigado por manter este site! Tenho 24 anos e apesar de ter realizado diversas consultas e exames pelo SUS, até hoje ainda não obtive uma explicação satisfatória a respeito dos meus sintomas. Senti palpitações mais intensas por volta de 7 anos de idade, porém só aos 18 elas passaram a aparecer mais vezes e começaram a me preocupar. Meu Ecocardiograma acusou um mínimo prolapso da válvula mitral, que o cardiologista disse ser comum e que eu não deveria me preocupar. Outro profissional sugeriu que eu tenho pré-excitação e me orientou a tomar Propranolol dia sim dia não ou apenas quando me sentisse incomodado com os batimentos irregulares. O que mais me assusta é o fato de não haver um padrão nas minhas crises. Algumas vezes bate forte e acelerado. Outra hora bate devagar, com alguns batimentos ainda mais espaçados do que outros me dando a sensação de que o coração irá parar. Outras vezes ele bate sem um ritmo certo, do tipo “o o o oo o o ooo oo o o”.
    Pretendo daqui a pouco tempo realizar um novo check-up. A qualidade de vida fica realmente comprometida com tamanha angústia. Obrigado.

  2. Gilberto Dias Lenz

    Caro Luiz Fernando, já relatei anteriormente que tive várias crises de arritmia, o que estava prejudicando muito a minha qualidade de vida. E, se serve para diminuir o teu receio, relato que em setembro/12 efetuei uma ablação por cateterismo sem maiores problemas. Até a data de hoje com sucesso, pois não tive mais nenhum evento de fibrilação, melhorando muito o meu dia a dia. Sigo tomando como medicamentos o Ritmonorm, Pradaxa e Sinvastatina. Quanto ao Ritmonorm, a sua dosagem está sendo diminuída lentamente, para um futuro de dosagem zero, se possível.
    Discuta bem com o teu cardiologista a tua situação e, se optares pela ablação, faça o procedimento num centro hospitalar de alto nível. Boa sorte e um 2013 sem arritmias para nós.

    • Que ótima notícia Gilberto. Eu ainda tenho receio de fazer, apesar de que aqui no RS termos ótimos eletrofisiologistas. Fizeste onde? Qual médico? Obrigado!

      • Gilberto Dias Lenz

        Luiz Fernando, efetuei a ablação no Rio de Janeiro, no Hospital Copa D’Or, com a equipe da Dra Olga Ferreira de Souza. Uma excelente médica. Um abraço.

  3. Márcio Drummond

    Boa tarde !

    Volto a esse excelente espaço criado para dar boas notícias. Conforme descrevi há algum tempo atrás, já tive 3 episódios de fibrilação atrial em que, um deles, quase fui parar na UTI, pois não estava revertendo com os medicamentos aplicados. Busquei ajuda médica, fiz vários exames e não foram encontrados problemas no meu coração. Segundo o meu cardiologista, a minha fibrilação atrial é causada por minha ansiedade. Dessa forma, ele me receitou um medicamento que, segundo ele, é a maior descoberta de todos os tempos para tratamento de pacientes com fibrilação atrial: Xarelto 20mg. Segundo ele, trata-se de uma anticoagulante que, além disso, também age na prevenção da fibrilação atrial. Junto com o Xarelto, tomo o Atenolol 25mg para a minha hipertensão e, finalmente, Apraz 0,5mg para controlar a minha ansiedade.

    Resumindo:
    Na parte da Manhã: Xarelto: 1 comprimido, Atenolol: 1 comprimido e Apraz: 1 comprimido.
    À noite: Apraz: 1 comprimido.

    Desde que comecei esse tratamento, nunca mais tive episódios de fibrilação atrial. Estou muito confiante e feliz por estar divulgando esse post e, aconselho a todos que possuem esse problema, que conversem a respeito desse medicamento com o seu cardiologista. Lembre-se:

    A automedicação é muito perigosa! Não façam isso! Procurem primeiro o seu médico antes de qualquer coisa!

    Um forte abraço à todos!

    Márcio

    • Que bom Márcio. Também sou um pouco ansioso, mas não tomo, nem nunca tomei remédio para esse problema até então. Na minha próxima consulta com meu cardiologista vou questionar sobre isso.

      Muito obrigado por ajudar a construir esse blog. Só nós que passamos por esse problema de fibrilação sabemos a agonia que é ter esse problema. Ficar ouvindo o coração bater desregulado com certeza é um motivo para o aumento da ansiedade.

      Espero que sua fibrilação nunca mais volte!

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