Ablação do Ronaldo M. (Abril 2016)

Nome: Ronaldo Marinho

Email: ronaldo@marinhoadvogados.com

Idade: 50

Sexo: Masculino

País: brasil

Estado: Minas Gerais

Profissão: Advogado / Professor

Medicamentos:

Pressão Alta: Não

A quanto tempo tem fibrilação atrial?: 2 anos, aproximadamente

Já pensou em fazer ablação?:

Website:

Comentário: Boa tarde.
Hoje é segunda-feira, dia 11.04.2016 e há exatamente uma semana atrás, dia 05.04.2016 me submeti à ablação por catéter.
Li muito na internet e digo que cada coisa é diferente da outra. Na internet via que as pessoas afirmavam que passaram no máximo, dois a três dias no hospital, porém,no meu caso, já sai de casa com a afirmativa de que seriam de cinco a sete dias. Pensava que seriam menos, no entanto, no final, realmente acabei ficando sete dias, tendo saído ontem do hospital.
Agora estou em casa e MUITO BEM, graças a Deus.
Foi um procedimento tranquilo.
Me internei na segunda-feira, dia 04.04.2016 e, naquele dia recebei todas as orientações do deveria fazer, bem como o que seria feito no dia seguinte.
Assim, a partir da “zero” hora do dia 05, passei a fazer jejum absoluto, inclusive de água, naturalmente, e, naquele dia, por volta das 10h30 fiz um exame de ecocardiografia. Depois, fui para o quarto e fiquei aguardando. Minha ablação estava marcada para as 13 horas.
Por volta de 15h30 veio um enfermeiro até meu quarto e me conduziu até o centro cirúrgico numa cadeira de rodas.
chegando à porta, entrei normalmente e me pediram para deitar em uma cama onde já estava tudo preparado.
Lá encontravam-se um engenheiro e um físico – isso mesmo – responsáveis pela parafernália toda, rsss, que me “colaram” várias placas e eletrodos que serviriam para fazer o “mapeamento”.
Enquanto eu era “conectado” à máquina, um enfermeiro providenciou dois acessos – a bendita da agulha para o soro e outros – e, logo em seguida, o anestesista fez a sua parte me administrando anestesia geral, tendo “apagado” de imediato.
Quando acordei estava numa maca sendo transferido para um dos leitos do CTI, onde fiquei ligado ao oxigêncio e um oxímetro, bem como soro.
Lá cheguei, por volta das 9h30, ainda bastante sonolento.
Fiquei ali deitado, ligado, como disse, com um torniquete onde ocorreu a punção – femoral direita – e um peso – bastante pesado, rss – sobre aquela perna, para um perfeito tamponamento.
Recebi a visita da minha esposa, tempos depois e ali passei a noite, intercalando entre ligeiras acordadas e sonolência bastante providencial.
Foi uma noite tranquila, exceto por um exame em que coletaram sangue da artéria do pulso, o que doi bastante. Fora isso, não posso me queixar de nada, ou quase nada, porque estava também com uma sonda uretral que, a despeito de não doer, é bastante incômoda.
No dia seguinte, acordei, ainda em jejum e logo depois fui levado a tomar banho, quando então retiraram a sonda.
Voltei à minha cama, já bem mais disposto e logo depois, ulalá, tive direito a uma refeição, depois de quase quarenta e oito horas de jejum o que fez com que a comida, mesmo de hospital fosse m manjar dos deuses, rsss.
Após o almoço fui levado para um apartamento, já bem bom.
Fiquei ali tomando a medicação necessária e tive a grata surpresa de, na quinta-feira meu médico anunciar minha alta para o dia seguinte, no entanto, por volta de 19 horas meu coração deu uma acelerada por uns sete segundos acompanhado de uma forte dor no peito, o que fez com que fosse adiada minha saida.
Projetou-se, então, a alta para o dia seguinte, sexta-feira, como de fato ocorreu, no entanto, logo após o médico me ter dado alta, tive uma tosse forte, acompanhada de um sangramento o que acarretou minha reinternação, com determinação para que fizesse mais um exame, uma ressonância e possibilidade de alta na segunda-feira, ou seja, 11.04.2016.
Como no sábado estava me sentindo muito bem, e os exames não tinham apontada nada de grave, conversei com meu médico e ele assentiu de minha alta no domingo, dia 10.04.2016.
Neste exato momento em que estou escrevendo este comentário, estou em casa – resolvi fazer mais uma semana de repouso – sendo monitorado à distância por meu médico, por um aparelho chamado “POIP” bastante interessante. Vale ressaltar que ontem, ao dormir, mandei mensagem a meu médico afirmando ter tido uma fibrilação, tendo sido tranquilizado por ele que, à distância, como disse, analisando as informações do aparelho, disse que foram “apenas” extrassístoles.
Essa é minha história e estou muito esperançoso no resultado POSITIVO do procedimento que sofri, confiando na cura da arritmia atrial de que era acometido, apesar de o prognóstico me reservar “apenas”, rsss, 70%.
A quem precisar passar pelo procedimento e estiver receoso, espero ter ajudado e posso afirmar que é MUITO tranquilo e compensador, com certeza.

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