Ablações

Ablação do Rosalvo (Agosto de 2016)

Confirma depoimento completo aqui.

Ablação do Ronaldo M. (Abril de 2016)

Confira o depoimento completo aqui

Ablação da Jeanne

Confira depoimento completo aqui.

Ablação do Miguel (Dezembro de 2014)

Tenho como esporte o ciclismo de estrada, onde a cada saída é rotineiro trajetos de mais de 100Km. Convivi anos com a arritimia tomando remédios, contudo a idade foi avançando e a arritimia se intencificou e inviabilizou o ciclismo. Razão pela qual procurei a opinião de vários médicos, destaco aqui a Dra. Andrea Fialho e o Dr. Alessandro Kraemer, que de forma abrangente e muito especial na abordagem e na indicação do procedimento, que foi realizado pelo Dr. Alessandro Kraemer. São necessários alguns exames que são tranquilos de realizar. (Apesar de ter feito o transesofagico sem anestésico o que eu não recomendo). Quanto a ablação fiquei no centro cirurgico 6:30 hs – quando saí achei que o soro era vinho (mas não era}, quanto a recuparação foi tudo tão tranquilo que poderia ter dispensado a UTI e o quarto de hospital. Completei o primeiro mês do procedimento e não senti nenhuma arritimia. Tenho acompanhado em casa os batimentos que estão absolutamente estaveis em média 60BPM. OBRIGADO DRA. ANDREA E DR. ALESSANDRO. – MIGUEL SLOWIK

Nome: MIGUEL A. SLOWIK
Email: MIGUEL@BBINCORPORADORA.COM.BR
Idade: 53
Sexo: Masculino
País: BRASIL
Estado: Amazonas
Profissão: ADVOGADO
Medicamentos: ANCORON 100mg
Pressão Alta: Não
A quanto tempo tem fibrilação atrial?: +/- 20 ANOS
Já pensou em fazer ablação?: Sim

Ablação do Daniel (26 de Novembro de 2014)

Amigos.
Acabei de ter alta do H Cor após minha ablação com a equipe do Dr Pachon e vou descrever como foi.
Fui para o centro cirúrgico às 7:30 e começaram a colar placas nas minhas costas. Deitei e apaguei devido a anestesia geral. Acordei 5 horas e meia depois na centro pós cirúrgico. Não vi nem senti nada.
Nas primeiras horas a cirurgia fiquei meio tonto e sem saber muito bem o que acontecia ao me redor e fui “acordando” aos poucos. Fiquei com 2 acessos: 1 para o soro e o alcorol e o outro para outras medicações como o protetor gástrico. Tive bastante irritação para urinar a 2 primeiras vezes e aprendi que, depois de urinar não apenas secava com papel mas sim, lavava com água e depois secava (fica a dica para não sofrer). Outra dificuldade foi a minha boca que ficou com 2 atas grandes e minha garganta inflamada devido a intubação. Não consegui comer… só tomei sopa e sucos. Tive leves dores no esôfago pois, durante o procedimento, ele é levemente deslocado a fim de não receber irradiações. Meus batimentos cardíacos eram de 45 a 48 em repouso devido minha vida esportiva intensa e agora, está em 58 a 62. O médico falou que essa alteração se deve ao procedimento. Fiquei internado por 2 dias sem sentir absolutamente nada e, agora estou em casa iniciando a minha recuperação.
O médico informou que a cicatrização total do coração ocorre em 3 meses e, nesse período, não devo fazer esforços nem correr ou exigir muito do coração. Após esse período, mais 3 meses para alta completa.
É isso… No mês que vem escrevo novamente. Caso alguém tenha algo a acrescentar ou perguntar, por favor, vamos somar nossas experiências.
Abs a todos.
Daniel.

daniel”arroba”liscorretora.com.br

Ablação da Priscila

Fiz ablação a poucos dias no IMC de são josé do rio preto Dr.Adalberto Lorga filho, tudo correu muito bem, um sucesso, equipe excelente não tive nenhum problema nem dores. Agora esperar 2 meses para deixar os remedios de lado.

Nome: Priscila
Email: primarli@hotmail.com
Idade: 57
Sexo: Feminino
País: brasil
Estado: São Paulo
Profissão: Vendedora
Medicamentos: ancoron, selozok e xarelto
Pressão Alta: Sim
A quanto tempo tem fibrilação atrial?: 6 meses


Ablação da Janaina em 05/09/2014

Olá a todos ,fiz uma Ablação no ultimo dia 05/09/2014,tinha arritmia a muito tempo mas só agora começou a me incomodar muito pois elas duravam as 2 horas.Então fiz a Ablação e fiquei umas 7 horas internada,já na hora da alta senti muito mal ,mas acho que foi por causa da anestesia,tontura ,suores terriveis e queimaçaõ no peito.Ainda hoje sinto uma pressão no peito e uma dor leve que incomoda mas que não é sempre.Volto ao trabalho no proximo dia 22/09,queria saber de mais testemunhos a respeito ,mas de qualquer forma vou procurar o meu médico,de qualquer forma não senti mais taquicardia depois da ablação,sei que ainda é cedo pra dizer ms quanto a isto parece que estou bem.
Email: janasparty@gmail.com
Idade: 40
Sexo: Feminino
País: brasil
Estado: Minas Gerais
Profissão: quimica
Medicamentos: nenhum
Pressão Alta: Não
A quanto tempo tem fibrilação atrial?: 20 anos
Já pensou em fazer ablação?: Não

Ablação da Betine em 27/08/2014

Confira mais um depoimento aqui.

Ablação do Marcelo realizada em 07/08/2014

Olá pessoal, fiquei muito contente em receber a mensagem abaixo do Marcelo. A intenção do blog é exatamente a que ele descreve; é de ajudar as pessoas a entender melhor sobre fibrilação atrial e verem que não estão sozinhas na luta contra essa doença.

Marcelo, parabéns pela coragem e vai nos mantendo informado sobre sua recuperação. Todos nós que sofremos com a fibrilação pesquisamos muito sobre o assunto, principalmente através da Internet. O problema é que as vezes encontramos relatos de pessoas que não obtiveram sucesso na ablação. A minha opinião é que essas pessoas são a minoria, a maioria (mais de 80%) faz o procedimento e simplesmente esquece do problema, e não reporta o resultado positivo do procedimento de ablação.

Confira o depoimento do Marcelo aqui


Ablação da Kelly

A Kelly (https://www.facebook.com/arritmiacardiaca) me autorizou a publicar o depoimento dela sobre a experiência dela com a ablação. Segue depoimento ara aqueles que não tem conta no facebook. Depoimento aqui.


Ablação do Ivon realizada em 11/06/2013

Depoimento do Ivon pode ser encontrado aqui.


Ablações do Gilberto

Gilberto teve que se submeter a 2 procedimentos de ablação e hoje não sente mais a fibrilação atrial. Depoimento aqui.

16 Comentários

16 opiniões sobre “Ablações

  1. Isis

    Alguém teve que fazer uma ecografia transesofágica antes de realizar a ablação por catéter?

    • Ola Isis, acredito que a maioria faz esse exame momentos antes da ablação. O objetivo é verificar se existe risco de algum coágulo em formação se desprender durante o procedimento da ablação e causar um AVC. Caso positivo o procedimento deve ser agendado para outra data. Nesse caso serão administrados medicamentos para desfazer o coágulo.

      Normalmente é feito no dia anterior ou algumas horas antes do procedimento.

      Não se faz esse exame quando o médico tem a possibilidade de inserir um cateter com uma segunda câmera para visualizar o lado esquerdo do coração durante o procedimento. Mas normalmente os planos de saúde não autorizam esse equipamento por ser muito caro e no SUS muito menos. A ablação entra com cateters com uma câmera e outro para queimar o tecido do coração. A segunda câmera permite monitorar os coágulos durante o procedimento o que tornaria o procedimento mais seguro ainda, mas como falei, os planos de saúde não autorizam. O meu médico disse que pode ser solicitado essa câmera adicional, mas daí tem que ser particular mesmo. Só esse equipamento custaria uns 10 a 15 mil reais.

      • Isis

        Olá LFE.

        Gostaria de agradecer por suas informações. Peço desculpas pela minha resposta tardia.
        Fianlmente não precisei realizar a ecografia transesofágica que tanto temia.
        Há pouco mais de um mês fiz a ablação. O exame no dia anterior à operação foi um “scanner” 3D do coração. A enfermeira aplica a injeção de contraste e depois passei pelo aparelho de “scanner” até a altura do pescoço (é parecido com o ap. de tomografia). Exame bem tranqüilo. Só o jato de contraste que deu um calorão em todo o lado esquerdo na hora da aplicação.
        Pareço estar bem. agora é esperar o meu coração cicatrizar (mais 2 meses) e fazer ecos para ver se poderei sair dos remédios (flecainide, bisoprolol e o anticoagulante Eliquis). Demora 3 para cicatrizar.
        Muito obrigada novamente pelas informações.

        Isis

  2. João

    Tenho fibrilação atrial desde 2010, quando tive a primeira crise, com a segunda crise em 2012, fiz a primeira a ablação em novembro de 2013, não fiquei curado e em setembro de 2014 tive a terceira crise de fibrilação atrial, em novembro de 2014 fiz a segunda ablação. Gostaria de trocar informações com pessoas que já fizeram ablações e como eu não ficaram curadas, pois sinto extrassístoles, as vezes o coração dispara por 3 segundos, já tomei selozok 25 mg, não resolveu, atualmente tomo sotalol de 160mg e por enquanto não anda resolvendo. Quando tomava ritmonorm de 300mg 1/2 duas vezes ao dia antes da primeira ablação, sentia-me melhor. fiz duas ablações para não tomar medicamentos, não deu certo e continuo tomando medicamentos. Fiz todos exames e tenho um coração normal.

    • Ola João, você fez o segundo procedimento da ablação com o mesmo médico? Existem algumas variações nas técnicas da ablação, ainda vou fazer um postagem sobre isso. Alguns médicos são mais conservadores e “queimam” menos partes do coração (o que eu acho bem prudente), e talvez a ablação não tenha atingido o foco da sua arritmia. De onde você é, fez a ablação em qual hospital?

      • João

        Bom dia, eu moro no estado da Paraíba, na capital João Pessoa, por questão de ética, não vou citar o nome do hospital e o nome do médico. Sendo que fiz as duas ablações com o mesmo médico. Na cidade de João Pessoa tem apenas três arritmologista. Quanto a técnica foi utilizado o isolamento das veias pulmonares, no caso 4 veias. Após a ablação fiquei 90 dias tomando ancoron 200mg, xarelto 20mg. Passado os 90 dias tomei selozok 25 mg sem sucesso, agora tomo sotalol 160mg duas ao dia, e continuo sentindo batimentos irregulares.

  3. Dagmar

    Oi, há 10 anos fiz ablação na Hospital Beneficência Portuguesa com Dr. Evilásio, da equipe do Dr. Silas. Tinha 44 anos na época da ablação. Lembro-me do médico conversando com meus pais, ele disse que a cirurgia foi um sucesso e que eles conseguiram melhorar em 80% minha arritmia. Desde adolescente fazia balé e musculação, andava de bicicleta e adorava sair para dançar, porém, depois dos 40 anos comecei a ficar cansada por pouco esforço. Desde criança fui diagnosticada com prolapso da válvula mitral e que não deveria me preocupar porque quase todo mundo tem ” sopro no coração ” . Minha mãe tem insuficiência cardíaca, já está no seu terceiro marcapasso e não sei se o que tenho é congênito ou não. Por recomendação do médico, mudei de cidade, saí de São Paulo e me estabeleci numa cidade do litoral norte paulista. Hoje tenho mais qualidade de vida, mais sossego.
    Mas por mais que eu queira não consigo me blindar, aliás, nem quero viver como uma alienada. Depois do meu divórcio cheguei a conclusão que deveria ter um tempo só para mim e confesso que foi a melhor coisa que fiz na minha vida. Sinto muita saudade de todos e não moro tão longe assim, sempre que dá vou para São Paulo matar minha saudade. Após a ablação me tornei hipertensa, atualmente só tomo Atenolol 25mg. Há 4 anos atrás tive Angina e há 2 anos voltei a ter arritmia, não é como antes, mas me assusta um pouco. Desde o final do ano passado voltei para a academia, tudo muito leve, só 15 minutos de caminhada e depois faço uma série de musculação bem leve. Comecei indo de segunda a sexta-feira, mas estava ficando muito cansada, agora faço 3 vezes por semana. O que me incomoda é que hoje com 54 anos, qualquer esforço me deixa cansada e com o cansaço a arritmia aparece. Infelizmente tenho que lidar com pessoas que não entendem o que tenho e acham que sou fresca e folgada, mas quem gosta de mim sou eu. Não mudei radicalmente a minha vida para a essa altura fazer o que não mais consigo para satisfazer a vontade dos outros. Acho que escrevi demais. Abraços.

    • Dagmar, só quem tem arritmia sabe o fardo que é. É normal ficarmos mais irritados, nervosos ou cansado que as outras pessoas. Quem não sente o coração ficar pulsando que nem um louco não tem ideia do loucura de sentimentos que passa pelas nossas cabeças. Sabemos que somos frágeis mas o coração a cada batida insiste em nos lembrar disso, é bem ruim. Concordo que é bem difícil manter a cabeça no lugar com um problema desses, e pior quando outros problemas surgem, desde o mais simples, como um resfriado ou uma gripe, a arritmia potencializa tudo, tudo parece 10x pior. Tente uma nova ablação, parece ser a melhor opção de cura no momento.

    • Luiz Cesar

      Dagmar, as vezes o problema do cansaço pode ser outra coisa tambem como os rins. Ideal voce fazer um check up completo e certificar que seu organismo esteja equilibrado. Eu ja fiz uma ablacao (nao foi FA) , e posso ate ter que fazer outra por FA no futuro, mas me sintomsuper bem, sou adepto ao dr. Lair Ribeiro, ele é excelente cardiologista e tem varios videos no you tube.
      Tudo de bom

  4. Daniel Olivier

    Amigos. Voltei para continuar meu acompanhamento.
    Em 23/02/2015 completei 3 meses de Ablação. Nesse período não tive nenhuma FA apenas algumas extrassístoles isoladas. que foram diminuindo sua frequência no decorrer deste período e já faz 4 dias seguidos que nem extrassistoles estão acontecendo.Tudo dentro do planejamento médico. Fui voltanto com minha atividade física devagar e hoje já estou com 80% do meu ritmo. Estou muito feliz de ter minha vida de volta. Vou continuar tomando Selozok 25g 2x ao dia e 1 Aspirina Prevent por dia até 01/04/2015 quando retorno ao médico para avaliação final da cirurgia. Recomendo ablação a todos que sofrem de Arritmia e que forem indicados para tal procedimento por ser muito tranquilo, de baixissimo risco e de grade perspectiva de sucesso. Em abril volto com outro depoimento, ok? Fiquem com Deus.

    • Que bom que está se recuperando bem da ablação Daniel. Qual atividade física que você pratica? Tenho receio de fazer a ablação e ficar muito tempo parado até voltar ao meu ritmo normal. Estou acostumado a correr uns 10 quilômetros em cerca de 1 hora (isso quando não estou fibrilado). Mas como são necessários 3 meses para ocorrer a cicatrização da ablação, acho que não vai ser muito complicado de voltar a vida normal.

  5. CELSO

    CELSO
    Tenho FA paroxística, já fiz 4 ablações isolando as veias pulmonares, sem sucesso. A 100 dias fizemos a ultima ablação, nesta, foi observado quando da introdução do catéter que as veias pulmonares estavam Ok, foi feito então uma ablação no rotor do coração, a área atingida com a cauterização provocou um sangramento do pericárdio, fato que provocou o cancelamento de outros focos, foi feito um dreno e já esta cicatrizado. Após este procedimento tenho arritimia todos os dias ou a noite ou de dia, difícil ficar sem nada de alteração por dois dias. Faço uso de selozok 50 mg e ritmonorm 300mg a noite os episódios são menos duradouros e com frequência de 85 a 90 , realizo atividades físicas (ciclismo) a 1 ano e meio, não uso bebidas alcoólicas a dois anos, emagreci 25 kg, condicionamento físico muito bom, tenho 48 anos e nunca tive um condicionamento igual a hoje.
    Acabei tendo que me acostumar com esta arritmia que me persegue a 8 anos, já usei vários medicamentos, sem sucesso. Não tenho nenhum outro fator de risco além da arritmia, pressão normal, colesterol, etc…
    Continuo tentando uma solução, pois é uma situação muito incômoda, minha qualidade de vida mudou totalmente, aprendi então a me acostumar com a situação e não deixar o sistema nervoso entrar em colapso. Fiz tudo o que estava a meu alcance, mudança de perfil total, mas apesar de todas as ablações não obtivemos êxito.

    • João Bandeira

      Vou relatar meu caso: tive a primeira crise de fibrilação atrial em 2010, a segunda em 2012 e a terceira em 2014. Sendo assim optei por fazer a 1ª ablação em 2013, passei 90 dias tomando ancoron 200mg e pradaxa 150mg. Depois dos 90 dias fui liberado da medicação, fiquei até setembro sentido batimentos irregulares, até que ainda setembro de 2014 tive a 3ª crise de fibrilação atrial. Voltei em novembro 2014 a fazer a 2ª ablação e é claro mais 90 dias de medicação. Depois dos 90 dias comecei a tomar selozok 25mg, não deu certo, o médico receitou sotalol 180 mg duas vezes ao dia, melhorou um pouco. Voltei a tomar ritmonorm 300mg duas vezes ao dia. Resumindo tudo, moro em João Pessoa na Paraíba, aqui tem apenas dois médicos eletrofisiologistas não sei a técnica utilizada na ablação, só sei que no meu caso, fiz duas ablações, não fiquei curado e tomo medicamentos e sinto batimentos irregulares quase todos os dias. Gostaria de sugestões sobre cidades aqui no Nordeste que fazem ablação e conseguem resultados efetivos ( cura) ou só em São Paulo capital se faz ablação com sucesso.

  6. valerio Valmor weingartner

    Não estou aqui PR comentar mas sim para saber onde posso fazer ablação. Tenho plano de saude da unimed.moro na grande florianopolis e ta dificil conseguir . e caro no particular.

  7. antonio carlos

    boas resposta adorei ja pacei por isso jesus mim curou viu

  8. Pingback: Nova seção para depoimentos sobre Ablação | Blog do Fibrilado - Fibrilação Atrial

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: